19 de janeiro de 2017

Geração Millennial valoriza mais o propósito do negócio do que o lucro

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  • Geração Millennial (nascidos após 1982) sugere que empresas e escolas trabalhem juntas para preparar os talentos para o mercado de trabalho.
  • Aspirações de liderança desta geração divergem entre homens e mulheres, e entre mercados emergentes e desenvolvidos.
  • Indústria de TMT é a mais desejada pelos millennials para desenvolver as suas competências.
As empresas de hoje devem focar-se nas pessoas e no propósito do seu negócio e não apenas nos produtos e no lucro, segundo a quarta edição do estudo Millennial Survey publicado anualmente pela Deloitte. Estas e outras evidências sugerem que as empresas, especialmente as dos mercados desenvolvidos, terão que realizar profundas mudanças para atrair e reter os talentos do futuro.
A Deloitte Global questionou futuros líderes de 29 países sobre a liderança e a forma como as empresas operam e impactam a sociedade. A geração Millennials, que inclui todas as pessoas nascidas após 1982, acredita profundamente (75%) que as empresas estão mais focadas na sua própria agenda do que em ajudar a melhorar a sociedade.
“A mensagem é clara: quando pensam nos seus objetivos de carreira, os millennials mostram-se hoje tão interessados em saber como as empresas desenvolvem as suas pessoas e contribuem para a sociedade, como nos seus produtos e lucros,” afirma Barry Salzberg, CEO da Deloitte Global. “Estes resultados devem ser vistos como um sinal para a comunidade empresarial, particularmente dos mercados desenvolvidos, de que é necessário alterar a forma como se relaciona com os talentos da geração Millennial ou corre o risco de ficar para trás.”
Apenas 28% dos millennials sentem que a sua atual organização está a tirar todo o partido das suas capacidades. Mais de metade (53%) aspira tonar-se líder ou um executivo sénior dentro da sua organização, existindo contudo uma clara diferença de ambição entre os millennials dos mercados emergentes e dos mercados desenvolvidos. Com efeito, 65% dos millennials localizados nos mercados emergentes afirmam que gostariam de alcançar este objetivo, comparando com os apenas 38% dos mercados desenvolvidos. Este resultado foi também mais expressivo entre os homens.
O estudo permite ainda concluir que as grandes multinacionais são menos atrativas para os millennials dos mercados desenvolvidos (35%) do que para os dos mercados emergentes (51%). A geração Millennial dos mercados desenvolvidos está também menos disposta (11%), do que a dos mercados emergentes (22%), a começar o seu próprio negócio.

Outras conclusões relevantes do estudo:
  • A geração Millennial pretende trabalhar para organizações com um propósito. Para seis em 10 millennials, o sentido de missão faz parte da razão que os levou a escolher a empresa na qual trabalham atualmente. Entre osmillennials que são utilizadores assíduos das ferramentas de social networking(os millennials “super conectados”), parece haver um foco ainda maior no propósito das empresas. Cerca de 77% dos jovens deste grupo revela que o propósito da empresa em que trabalham foi uma das razões para a terem escolhido como local de trabalho, uma percentagem que contrasta com os apenas 46% dos que são “menos conectados”.
  • Empresas de tecnologia, media e telecomunicações (TMT) são os empregadores mais atrativos. O sector de TMT é o mais desejável e aquele que oferece as competências mais valiosas, de acordo com os millennials. Cerca de 24% dos homens, quase o dobro da percentagem das mulheres (13%), elegeu o sector de TMT como o melhor para trabalhar. Entre todos os sectores, a liderança aparece como sendo mais forte no de TMT (33%). Esta percentagem é três vezes maior do que a do sector que ocupa a segunda posição, o alimentar e das bebidas (10%), e quatro vezes maior do que a do que figura em terceiro lugar, dos serviços bancários e financeiros (8%). Adicionalmente, quando questionados sobre as empresas que identificavam como líderes, a Google e a Apple lideravam o ranking, cada uma delas referida por 11% dos respondentes.
  • Falta de confiança? Homens da geração Millennial mais predispostos a conquistar a liderança. Os homens têm maior predisposição para afirmar que gostariam de alcançar um lugar de topo dentro da sua organização, do que as mulheres (59% contra 47%). As mulheres mostraram também uma menor predisposição para avaliar as suas capacidades de liderança durante a licenciatura como fortes; 27% dos homens e 21% das mulheres avaliaram estas capacidades com fortes. No entanto, quando questionados sobre o que destacariam enquanto líderes, as mulheres têm mais tendência em afirmar o crescimento e o desenvolvimento dos profissionais empregados (34%, comparado com os 30% nos homens), uma área que muitos millennials sentem que está a falhar dentro das suas organizações.
  • Organizações e escolas têm de fazer mais para apoiar os líderes emergentes. Apesar de, no geral, os millennials não sentirem que as suas organizações tiram total partido das suas capacidades (apenas 28% afirma que as suas empresas utiliza todas as suas capacidades), este resultado cai significativamente, para os 23%, se tivermos apenas em conta os millennialsdos mercados desenvolvidos. Analisando em detalhe, esta percentagem cai para baixo dos 20% no Japão (9%), Turquia (15%), Coreia do Sul (17%) e Chile (19%). Quando se trata de avaliar em que medida as capacidades obtidas no ensino superior contribuíram para alcançar os objetivos das suas organizações, o número médio referido pelos millennials é de 37%.
  • A mudança das características da liderança. Os millennials dão hoje menos valor aos líderes com visibilidade (19%), bem relacionados (17%) e tecnicamente habilitados (17%). Pelo contrário, definem os verdadeiros líderes como pessoas com um grande pensamento estratégico (39%), inspiracionais (37%), afáveis (34%) e visionárias (31%).
“A geração Millennial quer mais das empresas do que aquilo que tem sido dado nos últimos 50, 20, ou mesmo 10 anos,” sublinha Barry Salzberg. “Esta geração está a enviar um sinal muito forte aos líderes mundiais de que a gestão das suas empresas e negócios deve ser feita com um propósito. A procura por esta nova, e melhor, forma de operar no século XXI começa pela redefinição de liderança.”
Para aceder ao estudo da Deloitte, visite: www.deloitte.com/millennialsurvey.
Sobre o Estudo Millennial Survey da Deloitte
As conclusões apresentadas baseiam-se num estudo realizado pela Deloitte, em conjunto com a Millward Brown, a mais de 7.800 pessoas da geração Millennialde 29 países do mundo, entre Outubro e Novembro de 2014. As questões de seleção, aplicadas na fase de recrutamento, garantiram que todos os respondentes pertenciam à geração Millennial – nascidos após 1982, com grau de licenciatura, trabalhadores a tempo inteiro e em grandes empresas (mais de 100 trabalhadores) do sector privado.
Para aceder ao comunicado de imprensa em formato pdf, clique aqui.

19 de dezembro de 2016

Por que pessoas sem filhos parecem mais felizes e donas de seu destino?


Umas das perguntas, ao meu ver, que define o mundo contemporâneo é: o que seria melhor, filhos ou cachorros?

luiz felipe pondé



Tenho discutido isso em muitos lugares e mesmo num livro recente. Por onde passo e tenho a chance de fazer essa pergunta, as pessoas riem muito e se identificam de forma silenciosa com tal questão existencial. Sabemos com razoável certeza que nunca fomos tão narcisistas como nos últimos tempos e que, se a humanidade sobreviver ao seu surto de felicidade individual, seguramente, suspeito, em algum momento olhará para trás e se perguntará: por que nossos ancestrais que viveram no século 21 preferiam cachorros a filhos?
Ricardo Cammarota/Folhapress
Ilustração Luiz Felipe Pondé de 19.dez.2016

Para além do crescimento do mercado "pet" (prova evidente da minha tese), há aqui uma questão "existencial de ponta". E tudo que é "de ponta" se trata de uma expressão da maior importância no mercado motivacional.

Os índices de redução da fertilidade feminina em regiões mais desenvolvidas do mundo são evidentes. À medida em que as mulheres avançam em sua emancipação, a maternidade despenca no abismo. Não precisamos nem perder tempo tentando provar uma tese óbvia como essa. 

O interessante é perceber a razão de os cachorros serem objetos de afeto mais seguros do que filhos.
Sei que uma leitora atenta se perguntará como pode ser isso possível, justamente quando se defende, hoje em dia mais do que nunca, os chamados "valores femininos"? E a pergunta dessa minha atenta leitora é consistente, principalmente se percebermos que quando se fala desses tais "valores femininos", na maioria esmagadora das vezes, se escorrega para supostos valores maternais como acolhimento, amor incondicional, tolerância, cuidado e outros semelhantes. 

A pergunta a se fazer é: como é possível, num mundo em que a maternidade se torna, passo a passo, uma opção menor na vida das mulheres (e a paternidade na dos homens, como decorrência evidente), se falar que os "valores femininos" estão em alta?

Dito de forma direta e simples: como é possível dizer que o mundo hoje deve levar em conta os "valores femininos", uma vez que sempre chegamos à conclusão que estes são, na verdade, "valores maternais", quando ninguém que pode escolher quer ter mais de um filho ou, simplesmente, nenhum?
A resposta é simples: o método de pensamento contemporâneo é a masturbação intelectual, principalmente se lembrarmos (aplicado ao tema específico aqui discutido) que a masturbação, por definição, não fecunda mulher nenhuma.
A defesa dos "valores femininos" no mundo contemporâneo é, evidentemente, um caso típico de masturbação intelectual como método contemporâneo de pensamento.

Outro exemplo desse método é o modo obsessivo como discutimos o amor pelos filhos, a importância da educação dos mais jovens, o fato desses serem de fato a encarnação do futuro, quando, na verdade, nosso projeto é a silenciosa eliminação de jovens no mundo.

E aí voltamos à minha indagação inicial. Por que preferimos cachorros a filhos?
Qualquer pessoa emancipada, empoderada e consciente de seus direitos sabe que filhos custam caro, não devolvem amor na mesma medida em que você investe neles (seja esse investimento grana ou afeto, duas coisas cada vez mais difíceis de separar uma da outra), duram muito e, cada vez mais, questionam a autoridade dos pais. Estes, coitados, se arrastam pelo mundo se perguntando como no passado as pessoas suportavam tantos filhos à sua volta.

Basta olhar em locais públicos como pessoas sem filhos parecem mais felizes e donas de seu próprio destino. Aliás, a moda de "ser gay", suspeito, acompanha de perto essa liberdade do sexo não reprodutivo. Pais parecem cansados, sem muita opção de férias e vestidos com roupas que perdem em estilo e marca de longe para adultos apaixonados por seus filhos caninos.

Veterinários são mais baratos do que médicos, seus remédios também (por enquanto). Cachorros sempre sorriem quando chegamos em casa e, evidentemente, são mais confiáveis do que seres humanos e sua ambivalência destruidora da vida confortável que o capitalismo legou a muitos de nós. 

fonte: Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2016/12/1842613-por-que-pessoas-sem-filhos-parecem-mais-felizes-e-donas-de-seu-destino.shtml

12 de dezembro de 2016

Daqui 10 anos

“Se ao menos …” O uso dessas palavras talvez seja uma das coisas mais tristes que você fará em 10 anos.
Aqui estão dez escolhas que podem te conduzir a frases de arrependimento como essa.
Identifique se está fazendo algo do que pode se arrepender no futuro e mude seus caminhos:
1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros.
Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo se concentrando na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem de ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas. Deixe-as impressionadas e inspiradas pela forma como que você lida com suas imperfeições.
2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.
O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você mantém seus pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você fará coisas por que será considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.
3. Manter companhias negativas.
Não deixe que alguém que tem uma atitude negativa te influencie. Não deixe que pessoas assim cheguem a você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar de que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha em vez de uma obrigação; você se libertará para sentimentos de compaixão em vez de raiva, generosidade em vez de ganância e, paciência em vez de ansiedade.
4. Ser egoísta.
Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram e com quem você compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.
5. Evitar mudanças e crescimento.
Você deve deixar o passado em seu devido lugar, e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.
6. Desistir quando as coisas ficam difíceis.
Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que, gradualmente, constroem uma realidade diferente.
7. Tentar gerenciar cada pequena coisa.
A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes, você tem de relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio. Respire fundo e, quando a poeira baixar e você estiver melhor, dê o próximo passo. Nem sempre você tem de saber exatamente aonde vai.
8. Contentar-se com menos do que você merece.
Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom para trás e sábio o suficiente para lutar pelo que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.
9. Esquecer que tempo é finito.
O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem. Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos, os quais você definiu para si mesmo.
10. Ser preguiçoso e passivo.
O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e comece a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle. É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .



17 de novembro de 2016

Perdão & Amor


O Perdão é o caminho.
O Amor é a solução.



Não agrade os ingratos, nem sirva aos folgados


Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, de servir gente folgada, de nutrir amizades duvidosas, para que possamos percorrer somente os encontros verdadeiros.

Passamos muito tempo fazendo a coisa certa para as pessoas erradas, sofrendo as consequências das péssimas escolhas pelo caminho, sofrendo à toa por coisas inúteis e gente sem conteúdo, alimentando vãs esperanças em relação ao que não tem a menor chance de vir a acontecer. Perdemos muito tempo investindo no vazio, esperando retorno do que não volta, aguardando sorrisos de quem nem nos olha direito. É preciso focar no que é real, pois, mesmo que não haja muito de verdadeiro nesses terrenos, esse pouco bastará.Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, às pessoas descontentes e incapazes de receber algo de fora. Existem indivíduos que se encontram por demais fechados ao acolhimento do que não se encontra dentro deles, do que não faz parte daquele mundinho em que eles se fecham, presos a crenças e sentimentos que não mudam, não são repensados, não saem do lugar. Tentar alcançá-los é inútil.
É necessário evitar a servidão aos folgados, aos aproveitadores, a quem não sai do lugar por si só, a quem foge a qualquer tipo de responsabilidade, pois sabe que alguém sempre fará por ele. Temos que ter clareza quanto ao que realmente devemos e poderemos tomar para nós, ou acumularemos cargas de bagagens que não são, nem de longe, relacionadas às nossas vidas. Muita gente precisa de ajuda, sim, mas muitos precisam é de vergonha na cara.

Não podemos nutrir amizades duvidosas, com pessoas que não expressam a menor necessidade de nós, como se tanto nossa presença quanto nossa ausência fossem a mesma coisa, algo sem importância, invisível, dispensável. Nem todos de quem gostamos irão gostar de nós, o retorno da estima e da afeição nunca é uma certeza, portanto, há necessidade de que adentremos exclusivamente os encontros verdadeiros.
Não é fácil nem tranquilo conseguirmos acertar quanto ao que poderemos regar com a certeza de retorno e reciprocidade, uma vez que as pessoas, os acontecimentos, a vida, tudo é imprevisível. Embora muito do que acontecerá em nossas vidas não possa ser controlado, mantermos sob controle nossas verdades e a certeza de que merecemos ser felizes nos tornará mais fortes diante dos tombos, sem que desistamos de nossos sonhos.

http://www.contioutra.com/de-hoje-em-diante-so-o-real-me-interessa/

21 de outubro de 2016

Gestão de carreira: a proximidade da aposentadoria







Existem 2 momentos cruciais na vida: o primeiro é quando nascemos. O segundo é quando descobrimos o motivo pelo qual viemos ao mundo e, a partir daí, enfrentamos o desafio de traçar contínuos objetivos e nos posicionar de modo convergente com quem somos e com o que, realmente, queremos até o fim de nossas empreitadas.

No plano de gestão de carreira, com a proximidade da aposentadoria, muitos profissionais sofrem um dilema: 
  1. Definir um norte e tomar a decisão de construir uma nova realidade 
  2. Viver reféns de um futuro indefinido, convivendo com um fluxo contínuo de preocupações diversas


Muitos registram esse momento como perda de uma condição alcançada e acabam padecendo de grande sofrimento e desgaste emocional.


Independente da configuração, aposentar-se é uma certeza em qualquer trajetória profissional. Se você deseja ter um final de carreira feliz, a melhor maneira de consegui-lo é preparar-se, com maturidade, para vivê-lo.



- Desde já defina qual a vida que você quer ter quando se aposentar. O seu futuro precisa ser desenhado com requinte de detalhes desde agora. Pessoas previdentes conseguem usufruir melhor quando o futuro.


- Não economize nos benefícios e alegrias que você espera ter quando da sua aposentadoria. 


- Cultive o hábito de poupar e defina o que gostaria de realizar, considerando o valor a ser gasto conforme a idade atual, renda pretendida e objetivos futuros. Disciplina é fundamental. 


- Prepare-se no contexto físico, emocional e financeiro, visualizando as mudanças através de perspectivas positivas.






11 de outubro de 2016

Semente x Colheita


Se você não está satisfeito com sua colheita, mude suas sementes.


Isso não é magia, nem religião e nem um conselho.
É simplesmente a lei da vida.


28 de setembro de 2016

Autossabotagem


As vezes somos a torcida do time adversário dentro de nós mesmos. Aquela vozinha chata e insistente que diz que não somos bons o bastante para fazer isso ou aquilo. 

Quem nunca respondeu com "tá sujo" quando alguém elogiou o seu cabelo, ou com "nem tanto" quando comentam que a dieta te deixou mais bonita. 

Saber aceitar e internalizar um elogio nem sempre é fácil. Tendemos a nos desmerecer de diversas formas. 

Continuamos repetindo para nós mesmos que aquela tarefa é muito difícil ou que não temos capacidade para aprender uma segunda língua. 

Saber de suas dificuldades é uma coisa. Desmerecer-se e deixar que elas te sufoquem é outra.

Demorei um tempão para aprender inglês e ainda estudo. Confesso, não tenho facilidade para aprender línguas. Só que isso não me impediu de aprender inglês e não vai me impedir de aprender italiano - me desejem sorte. 

Minha perseverança superará minha dificuldade. Tenho certeza. 

Que tal se, ao invés de termos uma nojentinha desmerecedora interna, criarmos uma amiga fofa-querida-do-bem, que repete em sua mente frases como "você consegue", "vai dar certo", "você é capaz", "tá linda", "um passo de cada vez e você chega lá!"

Claro que as amigas às vezes nos dizem verdades indigestas como "você não fez certo ali" ou "você não estudou como precisava." 

Mas sempre com uma dose de carinho e respeito. Um aviso amável. 

É assim que devemos ser com nós mesmos, nos tratando com incentivo e sobretudo um profundo respeito pelo que somos e podemos. 

Se não formos carinhosos conosco, quem será? 

Sejamos nossos melhores amigos. 
Sempre."


Por Vanessa Martinelli Levandowski

16 de setembro de 2016

O fusca velho


Era uma vez um homem muito simples e trabalhador que todos os dias, ao amanhecer, pegava o ônibus para ir até o seu trabalho e durante o percurso orava à Deus:

- Oh meu Pai, Deus Poderoso, me dê um carrinho para eu poder ir trabalhar. Um fusca velho já está de bom tamanho. Amém.

Todos os dias, com muita fé, ele pedia ao Senhor essa benção: um fusca velho.

Um belo dia, surgiu uma ótima oportunidade e por um preço super camarada e irreal o humilde homem comprou seu velho fusca.

Chegou em casa muito cansado e feliz, sentou-se na cadeira da varanda e ficou admirando seu velho fusca. De repente uma voz muito serena surgiu do seu mais profundo interior e disse:

- Meu filho, se você realmente soubesse quem Eu Sou, você jamais teria me pedido um velho fusca.


Pense grande. Sonhe Alto.





Sua vida é boa? eu aposto que sim...

Você teve dificuldades na vida?
Teve uma infância difícil?
Se decepcionou com as pessoas?
Foi rejeitada e magoada?
Quebrou a cara inúmeras vezes?
Chorou durante a madrugada?
Teve sonhos e projetos frustados?
Dormiu alguma noite com fome?
Passou aperto financeiro?
Perdeu entes queridos?
Foi traída?
Foi demitida?
Se sentiu injustiçada?
Sofreu bullying?


Se respondeu você sim para algumas ou para todas as perguntas acima fique sabendo que a vida é assim mesmo. E a vida é BOA para você.


Agora leia essas:

Você foi mutilada?
Foi espancada?
Viu algum familiar ser assassinado?
Sua casa foi bombardeada?
Dormiu na rua?
Comeu restos do lixo?
Foi violentada?
Algum familiar foi morto na guerra?
Já ficou na fila para conseguir uma garrafa de água ou um pacote de arroz?
Está com câncer em fase terminal?
Está na fila do transplante de órgãos?
Foi vendida como "atração sexual"?





Se você respondeu não para algumas ou para todas as perguntas acima fique sabendo que você é muitíssimo abençoada. Fique sabendo também que você reclama de barriga cheia, que é ingrata e que se é infeliz é porque quer.

Simples assim.


Dê valor as coisas boas.

Pare de reclamar e comece a agradecer.