18 de maio de 2017

Girando, girando e girando...

O Mundo dá voltas e isso todos sabem.

O mundo corporativo também gira.

E o mundo político também roda.

E tudo que você fez, cedo ou tarde voltará para você.

Não tem como escapar dessa Lei.


9 de março de 2017

Reze, relaxe, releve.

Reze, relaxe, releve. A princípio, os fatos externos não irão mudar, porém, se você conseguir mudar o seu interior, consequentemente isso influenciará nos próximos fatos externos que acontecerão contigo.


8 de março de 2017

Dicas para atrair coisas boas

Dizem que os pensamentos positivos são capazes de atrair coisas boas, porém, eles sozinhos não são capazes de fazer muita coisa, mas te motivam a tomar atitudes positivas também. É como se você estivesse em um dia inspirado: se você tem um “gás extra”, é normal querer ir mais atrás das coisas, não ter medo das oportunidades e ver tudo com muito mais otimismo. E tudo isso inevitavelmente resultará em progresso.
Há também a velha questão do “ovo e da galinha”: “é o pensamento positivo que atrai coisas boas, ou nossas ações?”. No final das contas, não interessa quem começou primeiro, o que importa é que atitudes positivas sempre resultarão em energias positivas e vice-versa. E é justamente pensando nisso, fiz uma lista prática para ajudar nesse ciclo do bem:

1. Se envolva com pessoas

Se engana quem pensa que tudo vem das coisas e que é capaz de fazer tudo sozinho. Por mais que você viva bem consigo mesmo, medite e tenha paz de espírito, os melhores resultados e sensações virão de um conjunto de coisas que inevitavelmente envolverão você se dar bem com outras pessoas. Se for pensar bem, tudo de bom que você tem envolveu a participação de terceiros: desde saber meditar – que te fez precisar de um professor – até ter um filho e poder dar continuidade à vida.
Viver bem consigo mesmo é bom, mas são as pessoas que te farão dar risadas, te ajudarão a conquistar objetivos, entre outras coisas.

2. Nunca faça um favor procurando retorno imediato

Também se engana quem pensa que se fizer um favor a alguém, o pagamento virá da pessoa que foi beneficiada. Independente de você esperar ou não por “um pagamento”, ele sempre virá da vida, em um processo natural e inevitável, lindamente deduzido pela máxima “colhemos o que plantamos”.
Sem contar que se você fizer algo já pedindo para a outra pessoa fazer “tal coisa” por você, fora tirar toda a magia da sua ação, não será mais chamado de favor, mas sim de troca de serviços. Quando é favor, é feito de coração e o seu único pagamento será a felicidade por ter sido útil e ter feito alguém feliz. É brega, eu sei, mas é lindo também.

3. Escreva

Coisas ruins que acontecem não só tendem a ocupar grande parte do nosso pensamento, como costumam ficar dias a fio na nossa cabeça. Mude o foco e experimente escrever ao final de todos os dias coisas boas que te aconteceram.
“Hoje eu fiz uma amizade nova na academia”;
“Hoje eu chorei de tanto rir com a piada de fulano de tal”;
“Hoje o almoço estava delicioso”.
Parece um exercício um tanto quanto infantil, mas é capaz de atrair consequências inigualáveis.

4. Não exteriorize os seus problemas

Não adianta todo santo dia exteriorizar tudo de ruim que aconteceu contigo às outras pessoas: fora cansar, se você se repetir demais, a maioria delas perderão o interesse em te ouvir, outras vão mudar de assunto e outras simplesmente não saberão como te dar o melhor conselho. Sendo assim, cuidado para não fazer do ato de falar sobre o ocorrido apenas mais uma forma de atrair energia negativa, não só para você, como para a outra pessoa que te ouve.
Quer que as coisas deem certo? Converse com você mesmo, com o seu interior, até chegar a uma conclusão coerente, nem que seja a de que o melhor a se fazer é ficar quieto e deixar rolar. Só não se apresse, nem se martirize pelo o que não está ao seu alcance: ficar ansioso é só uma forma de você não conseguir o que quer, não só porque bloqueia a mente, como também porque te faz fazer tudo errado na ânsia de fazer dar certo.

5. Fé

Não importa a sua religião, nem se você acredita em Deus. Ter fé é saber que tudo na sua vida tem um propósito, que tudo vai dar certo e que depende muito mais de você do que você imagina. Eu sei que às vezes é duro, a gente pensa “na próxima vai dar certo”, e não dá. Nem da próxima, nem da próxima. É pedrada atrás de pedrada na cabeça. Porém, tenha certeza de que se está já está ruim e você ainda por cima inventar de perder a força de vontade e a fé, aí sim você acabou de lascar tudo de vez.
Aconteça o que acontecer, tire um tempo para si: ore, acenda incenso, limpe a casa, tome banho com sal grosso. Ponha gato, cachorro, periquito, papagaio no colo – enfim, qualquer coisa que te faça se sentir melhor. Nessas horas, não existe essa de “funciona ou não funciona”. Existe o que você acredita. E se você acredita, te faz bem e consequentemente funciona.
Reze, relaxe, releve. A princípio, os fatos externos não irão mudar, porém, se você conseguir mudar o seu interior, consequentemente isso influenciará nos próximos fatos externos que acontecerão contigo.


15 de fevereiro de 2017

Relato das três amigas


RELATO DAS TRÊS AMIGAS

do livro Violetas na Janela



Nas horas de lazer, é costume visitar amigos e parentes por aqui. Gostamos de nos reunir e conversar. O assunto preferido entre familiares são os parentes. Falamos a respeito dos entes queridos desencarnados que não estão bem e sobre os parentes encarnados. Trocam-se idéias e ajuda. Na casa de vovó, recebem-se muitas visitas e, como estava sempre por ali, quando convidada, ficava junto. Escutava conversas, participara e, com isto, aprendia muito.



D. Amélia, uma das senhoras que moram conosco, recebeu a visita de sua neta Marina e da amiga dela, Isa, que residiam em outra Colônia. Conversamos animadas. Como quase sempre acontece, a conversa foi sobre a desencarnação. D. Amélia foi a primeira a falar da sua desencarnação.

—A morte do meu corpo foi muito dolorida. O câncer foi destruindo meu corpo. Revoltei-me com tudo e todos, tornei-me uma doente amarga. Muita debilitada, meu corpo morreu, nada vi ou senti, só percebi tempos depois. Continuei a sofrer com meu desencarne. Vaguei com dores pelo meu antigo lar. Sofri muito. Depois de muitos anos, fui socorrida. Entendi que foi merecido tudo o que passei. Tendo saúde encarnada, não dei valor, tomava sempre bebidas alcoólicas, fumava, envenenei meu corpo com o egoísmo, inveja e ciúmes. Se não fiz mal a ninguém, fiz pouco bem. O bem que fiz foram as poucas esmolas, resto do meu supérfluo, que distribuí. Nunca pensei em ajudar realmente alguém. Vivi encarnada cultivando a matéria, como uma tola imprudente, ignorando a parte verdadeira, a espiritual. A dor, a doença, tudo isso foi uma tentativa que havia escolhido antes de reencarnar, para alertar-me, mas fiquei revoltada, não sofri com resignação. Quem não sofre com aceitação, pouco lhe adianta. Depois, em vez de reconhecer meus erros, me revoltei, achando injusto, por não ter feito, no meu ponto de vista, nada de ruim, não matara, não roubara, não traíra, etc. Esquecendo que pude fazer o Bem e não fiz. Nem aprender quis. Para que saber? Dizia sempre, depois de morta, aprendo. Isto, se tiver continuação da vida. Teve, continuei a existir depois do meu corpo ter morrido. E continuei a sofrer pelos mesmos motivos. Até que, cansada, comecei a ver realmente meus vícios. Mais humilde, clamei, pedi ajuda. Amigos e parentes levaram-me para o hospital de um Posto de Socorro, onde sarei e vim para a Colônia. Agora, tendo a oportunidade, sou agradecida, tento educar-me no trabalho útil e no estudo da boa moral.


19 de janeiro de 2017

Geração Millennial valoriza mais o propósito do negócio do que o lucro

video



  • Geração Millennial (nascidos após 1982) sugere que empresas e escolas trabalhem juntas para preparar os talentos para o mercado de trabalho.
  • Aspirações de liderança desta geração divergem entre homens e mulheres, e entre mercados emergentes e desenvolvidos.
  • Indústria de TMT é a mais desejada pelos millennials para desenvolver as suas competências.
As empresas de hoje devem focar-se nas pessoas e no propósito do seu negócio e não apenas nos produtos e no lucro, segundo a quarta edição do estudo Millennial Survey publicado anualmente pela Deloitte. Estas e outras evidências sugerem que as empresas, especialmente as dos mercados desenvolvidos, terão que realizar profundas mudanças para atrair e reter os talentos do futuro.
A Deloitte Global questionou futuros líderes de 29 países sobre a liderança e a forma como as empresas operam e impactam a sociedade. A geração Millennials, que inclui todas as pessoas nascidas após 1982, acredita profundamente (75%) que as empresas estão mais focadas na sua própria agenda do que em ajudar a melhorar a sociedade.
“A mensagem é clara: quando pensam nos seus objetivos de carreira, os millennials mostram-se hoje tão interessados em saber como as empresas desenvolvem as suas pessoas e contribuem para a sociedade, como nos seus produtos e lucros,” afirma Barry Salzberg, CEO da Deloitte Global. “Estes resultados devem ser vistos como um sinal para a comunidade empresarial, particularmente dos mercados desenvolvidos, de que é necessário alterar a forma como se relaciona com os talentos da geração Millennial ou corre o risco de ficar para trás.”
Apenas 28% dos millennials sentem que a sua atual organização está a tirar todo o partido das suas capacidades. Mais de metade (53%) aspira tonar-se líder ou um executivo sénior dentro da sua organização, existindo contudo uma clara diferença de ambição entre os millennials dos mercados emergentes e dos mercados desenvolvidos. Com efeito, 65% dos millennials localizados nos mercados emergentes afirmam que gostariam de alcançar este objetivo, comparando com os apenas 38% dos mercados desenvolvidos. Este resultado foi também mais expressivo entre os homens.
O estudo permite ainda concluir que as grandes multinacionais são menos atrativas para os millennials dos mercados desenvolvidos (35%) do que para os dos mercados emergentes (51%). A geração Millennial dos mercados desenvolvidos está também menos disposta (11%), do que a dos mercados emergentes (22%), a começar o seu próprio negócio.

Outras conclusões relevantes do estudo:
  • A geração Millennial pretende trabalhar para organizações com um propósito. Para seis em 10 millennials, o sentido de missão faz parte da razão que os levou a escolher a empresa na qual trabalham atualmente. Entre osmillennials que são utilizadores assíduos das ferramentas de social networking(os millennials “super conectados”), parece haver um foco ainda maior no propósito das empresas. Cerca de 77% dos jovens deste grupo revela que o propósito da empresa em que trabalham foi uma das razões para a terem escolhido como local de trabalho, uma percentagem que contrasta com os apenas 46% dos que são “menos conectados”.
  • Empresas de tecnologia, media e telecomunicações (TMT) são os empregadores mais atrativos. O sector de TMT é o mais desejável e aquele que oferece as competências mais valiosas, de acordo com os millennials. Cerca de 24% dos homens, quase o dobro da percentagem das mulheres (13%), elegeu o sector de TMT como o melhor para trabalhar. Entre todos os sectores, a liderança aparece como sendo mais forte no de TMT (33%). Esta percentagem é três vezes maior do que a do sector que ocupa a segunda posição, o alimentar e das bebidas (10%), e quatro vezes maior do que a do que figura em terceiro lugar, dos serviços bancários e financeiros (8%). Adicionalmente, quando questionados sobre as empresas que identificavam como líderes, a Google e a Apple lideravam o ranking, cada uma delas referida por 11% dos respondentes.
  • Falta de confiança? Homens da geração Millennial mais predispostos a conquistar a liderança. Os homens têm maior predisposição para afirmar que gostariam de alcançar um lugar de topo dentro da sua organização, do que as mulheres (59% contra 47%). As mulheres mostraram também uma menor predisposição para avaliar as suas capacidades de liderança durante a licenciatura como fortes; 27% dos homens e 21% das mulheres avaliaram estas capacidades com fortes. No entanto, quando questionados sobre o que destacariam enquanto líderes, as mulheres têm mais tendência em afirmar o crescimento e o desenvolvimento dos profissionais empregados (34%, comparado com os 30% nos homens), uma área que muitos millennials sentem que está a falhar dentro das suas organizações.
  • Organizações e escolas têm de fazer mais para apoiar os líderes emergentes. Apesar de, no geral, os millennials não sentirem que as suas organizações tiram total partido das suas capacidades (apenas 28% afirma que as suas empresas utiliza todas as suas capacidades), este resultado cai significativamente, para os 23%, se tivermos apenas em conta os millennialsdos mercados desenvolvidos. Analisando em detalhe, esta percentagem cai para baixo dos 20% no Japão (9%), Turquia (15%), Coreia do Sul (17%) e Chile (19%). Quando se trata de avaliar em que medida as capacidades obtidas no ensino superior contribuíram para alcançar os objetivos das suas organizações, o número médio referido pelos millennials é de 37%.
  • A mudança das características da liderança. Os millennials dão hoje menos valor aos líderes com visibilidade (19%), bem relacionados (17%) e tecnicamente habilitados (17%). Pelo contrário, definem os verdadeiros líderes como pessoas com um grande pensamento estratégico (39%), inspiracionais (37%), afáveis (34%) e visionárias (31%).
“A geração Millennial quer mais das empresas do que aquilo que tem sido dado nos últimos 50, 20, ou mesmo 10 anos,” sublinha Barry Salzberg. “Esta geração está a enviar um sinal muito forte aos líderes mundiais de que a gestão das suas empresas e negócios deve ser feita com um propósito. A procura por esta nova, e melhor, forma de operar no século XXI começa pela redefinição de liderança.”
Para aceder ao estudo da Deloitte, visite: www.deloitte.com/millennialsurvey.
Sobre o Estudo Millennial Survey da Deloitte
As conclusões apresentadas baseiam-se num estudo realizado pela Deloitte, em conjunto com a Millward Brown, a mais de 7.800 pessoas da geração Millennialde 29 países do mundo, entre Outubro e Novembro de 2014. As questões de seleção, aplicadas na fase de recrutamento, garantiram que todos os respondentes pertenciam à geração Millennial – nascidos após 1982, com grau de licenciatura, trabalhadores a tempo inteiro e em grandes empresas (mais de 100 trabalhadores) do sector privado.
Para aceder ao comunicado de imprensa em formato pdf, clique aqui.

19 de dezembro de 2016

Por que pessoas sem filhos parecem mais felizes e donas de seu destino?


Umas das perguntas, ao meu ver, que define o mundo contemporâneo é: o que seria melhor, filhos ou cachorros?

luiz felipe pondé



Tenho discutido isso em muitos lugares e mesmo num livro recente. Por onde passo e tenho a chance de fazer essa pergunta, as pessoas riem muito e se identificam de forma silenciosa com tal questão existencial. Sabemos com razoável certeza que nunca fomos tão narcisistas como nos últimos tempos e que, se a humanidade sobreviver ao seu surto de felicidade individual, seguramente, suspeito, em algum momento olhará para trás e se perguntará: por que nossos ancestrais que viveram no século 21 preferiam cachorros a filhos?
Ricardo Cammarota/Folhapress
Ilustração Luiz Felipe Pondé de 19.dez.2016

Para além do crescimento do mercado "pet" (prova evidente da minha tese), há aqui uma questão "existencial de ponta". E tudo que é "de ponta" se trata de uma expressão da maior importância no mercado motivacional.

Os índices de redução da fertilidade feminina em regiões mais desenvolvidas do mundo são evidentes. À medida em que as mulheres avançam em sua emancipação, a maternidade despenca no abismo. Não precisamos nem perder tempo tentando provar uma tese óbvia como essa. 

O interessante é perceber a razão de os cachorros serem objetos de afeto mais seguros do que filhos.
Sei que uma leitora atenta se perguntará como pode ser isso possível, justamente quando se defende, hoje em dia mais do que nunca, os chamados "valores femininos"? E a pergunta dessa minha atenta leitora é consistente, principalmente se percebermos que quando se fala desses tais "valores femininos", na maioria esmagadora das vezes, se escorrega para supostos valores maternais como acolhimento, amor incondicional, tolerância, cuidado e outros semelhantes. 

A pergunta a se fazer é: como é possível, num mundo em que a maternidade se torna, passo a passo, uma opção menor na vida das mulheres (e a paternidade na dos homens, como decorrência evidente), se falar que os "valores femininos" estão em alta?

Dito de forma direta e simples: como é possível dizer que o mundo hoje deve levar em conta os "valores femininos", uma vez que sempre chegamos à conclusão que estes são, na verdade, "valores maternais", quando ninguém que pode escolher quer ter mais de um filho ou, simplesmente, nenhum?
A resposta é simples: o método de pensamento contemporâneo é a masturbação intelectual, principalmente se lembrarmos (aplicado ao tema específico aqui discutido) que a masturbação, por definição, não fecunda mulher nenhuma.
A defesa dos "valores femininos" no mundo contemporâneo é, evidentemente, um caso típico de masturbação intelectual como método contemporâneo de pensamento.

Outro exemplo desse método é o modo obsessivo como discutimos o amor pelos filhos, a importância da educação dos mais jovens, o fato desses serem de fato a encarnação do futuro, quando, na verdade, nosso projeto é a silenciosa eliminação de jovens no mundo.

E aí voltamos à minha indagação inicial. Por que preferimos cachorros a filhos?
Qualquer pessoa emancipada, empoderada e consciente de seus direitos sabe que filhos custam caro, não devolvem amor na mesma medida em que você investe neles (seja esse investimento grana ou afeto, duas coisas cada vez mais difíceis de separar uma da outra), duram muito e, cada vez mais, questionam a autoridade dos pais. Estes, coitados, se arrastam pelo mundo se perguntando como no passado as pessoas suportavam tantos filhos à sua volta.

Basta olhar em locais públicos como pessoas sem filhos parecem mais felizes e donas de seu próprio destino. Aliás, a moda de "ser gay", suspeito, acompanha de perto essa liberdade do sexo não reprodutivo. Pais parecem cansados, sem muita opção de férias e vestidos com roupas que perdem em estilo e marca de longe para adultos apaixonados por seus filhos caninos.

Veterinários são mais baratos do que médicos, seus remédios também (por enquanto). Cachorros sempre sorriem quando chegamos em casa e, evidentemente, são mais confiáveis do que seres humanos e sua ambivalência destruidora da vida confortável que o capitalismo legou a muitos de nós. 

fonte: Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2016/12/1842613-por-que-pessoas-sem-filhos-parecem-mais-felizes-e-donas-de-seu-destino.shtml

12 de dezembro de 2016

Daqui 10 anos

“Se ao menos …” O uso dessas palavras talvez seja uma das coisas mais tristes que você fará em 10 anos.
Aqui estão dez escolhas que podem te conduzir a frases de arrependimento como essa.
Identifique se está fazendo algo do que pode se arrepender no futuro e mude seus caminhos:
1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros.
Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo se concentrando na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem de ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas. Deixe-as impressionadas e inspiradas pela forma como que você lida com suas imperfeições.
2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.
O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você mantém seus pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você fará coisas por que será considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.
3. Manter companhias negativas.
Não deixe que alguém que tem uma atitude negativa te influencie. Não deixe que pessoas assim cheguem a você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar de que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha em vez de uma obrigação; você se libertará para sentimentos de compaixão em vez de raiva, generosidade em vez de ganância e, paciência em vez de ansiedade.
4. Ser egoísta.
Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram e com quem você compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.
5. Evitar mudanças e crescimento.
Você deve deixar o passado em seu devido lugar, e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.
6. Desistir quando as coisas ficam difíceis.
Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que, gradualmente, constroem uma realidade diferente.
7. Tentar gerenciar cada pequena coisa.
A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes, você tem de relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio. Respire fundo e, quando a poeira baixar e você estiver melhor, dê o próximo passo. Nem sempre você tem de saber exatamente aonde vai.
8. Contentar-se com menos do que você merece.
Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom para trás e sábio o suficiente para lutar pelo que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.
9. Esquecer que tempo é finito.
O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem. Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos, os quais você definiu para si mesmo.
10. Ser preguiçoso e passivo.
O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e comece a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle. É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .



17 de novembro de 2016

Perdão & Amor


O Perdão é o caminho.
O Amor é a solução.



Não agrade os ingratos, nem sirva aos folgados


Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, de servir gente folgada, de nutrir amizades duvidosas, para que possamos percorrer somente os encontros verdadeiros.

Passamos muito tempo fazendo a coisa certa para as pessoas erradas, sofrendo as consequências das péssimas escolhas pelo caminho, sofrendo à toa por coisas inúteis e gente sem conteúdo, alimentando vãs esperanças em relação ao que não tem a menor chance de vir a acontecer. Perdemos muito tempo investindo no vazio, esperando retorno do que não volta, aguardando sorrisos de quem nem nos olha direito. É preciso focar no que é real, pois, mesmo que não haja muito de verdadeiro nesses terrenos, esse pouco bastará.Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, às pessoas descontentes e incapazes de receber algo de fora. Existem indivíduos que se encontram por demais fechados ao acolhimento do que não se encontra dentro deles, do que não faz parte daquele mundinho em que eles se fecham, presos a crenças e sentimentos que não mudam, não são repensados, não saem do lugar. Tentar alcançá-los é inútil.
É necessário evitar a servidão aos folgados, aos aproveitadores, a quem não sai do lugar por si só, a quem foge a qualquer tipo de responsabilidade, pois sabe que alguém sempre fará por ele. Temos que ter clareza quanto ao que realmente devemos e poderemos tomar para nós, ou acumularemos cargas de bagagens que não são, nem de longe, relacionadas às nossas vidas. Muita gente precisa de ajuda, sim, mas muitos precisam é de vergonha na cara.

Não podemos nutrir amizades duvidosas, com pessoas que não expressam a menor necessidade de nós, como se tanto nossa presença quanto nossa ausência fossem a mesma coisa, algo sem importância, invisível, dispensável. Nem todos de quem gostamos irão gostar de nós, o retorno da estima e da afeição nunca é uma certeza, portanto, há necessidade de que adentremos exclusivamente os encontros verdadeiros.
Não é fácil nem tranquilo conseguirmos acertar quanto ao que poderemos regar com a certeza de retorno e reciprocidade, uma vez que as pessoas, os acontecimentos, a vida, tudo é imprevisível. Embora muito do que acontecerá em nossas vidas não possa ser controlado, mantermos sob controle nossas verdades e a certeza de que merecemos ser felizes nos tornará mais fortes diante dos tombos, sem que desistamos de nossos sonhos.

http://www.contioutra.com/de-hoje-em-diante-so-o-real-me-interessa/

21 de outubro de 2016

Gestão de carreira: a proximidade da aposentadoria







Existem 2 momentos cruciais na vida: o primeiro é quando nascemos. O segundo é quando descobrimos o motivo pelo qual viemos ao mundo e, a partir daí, enfrentamos o desafio de traçar contínuos objetivos e nos posicionar de modo convergente com quem somos e com o que, realmente, queremos até o fim de nossas empreitadas.

No plano de gestão de carreira, com a proximidade da aposentadoria, muitos profissionais sofrem um dilema: 
  1. Definir um norte e tomar a decisão de construir uma nova realidade 
  2. Viver reféns de um futuro indefinido, convivendo com um fluxo contínuo de preocupações diversas


Muitos registram esse momento como perda de uma condição alcançada e acabam padecendo de grande sofrimento e desgaste emocional.


Independente da configuração, aposentar-se é uma certeza em qualquer trajetória profissional. Se você deseja ter um final de carreira feliz, a melhor maneira de consegui-lo é preparar-se, com maturidade, para vivê-lo.



- Desde já defina qual a vida que você quer ter quando se aposentar. O seu futuro precisa ser desenhado com requinte de detalhes desde agora. Pessoas previdentes conseguem usufruir melhor quando o futuro.


- Não economize nos benefícios e alegrias que você espera ter quando da sua aposentadoria. 


- Cultive o hábito de poupar e defina o que gostaria de realizar, considerando o valor a ser gasto conforme a idade atual, renda pretendida e objetivos futuros. Disciplina é fundamental. 


- Prepare-se no contexto físico, emocional e financeiro, visualizando as mudanças através de perspectivas positivas.