21 de agosto de 2017

Tudo volta e só o AMOR salva


Uma pessoa muito ruim, que colecionou durante toda a sua vida, atos de covardia e crueldade contra os animais, acabou de falecer. Ao chegar do outro lado da vida, se deparou com escuridão, lama e gritos de horror. Foi socorrido pelos Anjos de Luz e depois de receber cuidados, foi convidado a assistir e reconhecer seus atos durante a vida.

Viu que errou e desejou uma nova chance.

Os Anjos, que são seres de pura luz e amor, disseram a ele. Para que você tenha uma nova chance, você precisa de duas coisas:

  • Colher tudo o que plantou
  • Ser verdadeiramente amado



O humano em questão aceitou seus erros e a nova condição, e voltou para a fila do processo de reencarnação.

Depois de um tempo, que para nós seres humanos, é irrelevante, o ser nasceu como cachorro de rua. 

Chegou com outros muitos filhotinhos, sem nenhum amparo ou conforto.

Cresceu na rua. Jogado a sorte. 
Passou frio, fome e medo.
Foi chutado, escorraçado e apedrejado. 
Passou anos na rua. Invisível e abandonado.
Quando tinha sorte, encontrava restos de comida pelas ruas que perambulava.
Não vivia, apenas sobrevivia. 
Dia após dia.




Um belo dia, ao fugir de um chute, foi atropelado.
Logicamente, não foi socorrido. 
Ficou ali, no meio fio. Uma pata quebrada e muitos ferimentos. Sem poder andar, ficou muito fraco para se mexer.

Sem ter a noção do tempo que passou naquela situação, duas pessoas se aproximaram. O cobriram e o colocaram dentro de um carro. Chegou quase desfalecido no veterinário. Tomou injeção, comeu e bebeu água. Depois de medicado, adormeceu e acordou dentro de uma jaulinha, com cobertor e um potinho de água.

Dias depois foi levado para um lar. Ganhou comida, água, cama e alguns brinquedos. Ficou ali, tentando entender o significado de tudo aquilo.

Mais tarde no mesmo dia, ganhou colo, carinho, afagos e beijos.

Sentiu, pela primeira vez, o que era ser amado, e sendo amado, também sentiu amor e nesse exato momento, um ciclo se fechou e uma alma se regenerou. Pois só o Amor salva.

O ser que aceita sua condição, reconhece sua responsabilidade, que sente o Amor e é amado, jamais volta ao estado anterior.

Ele cresce. Ele avança. Ele evolui. 
Como tudo no Universo.


Por isso, em muitos livros, poesias, canções e ensinamentos, podemos ler e ouvir a frase: 
All we need is Love.

A vida é um ciclo. Tudo passa e tudo volta.
Estamos aqui para amar e aprender, e depois voltamos para Casa.





10 de agosto de 2017

O "rei" pode achar que é invisível, mas não é




Por Betania Tanure

No mundo do poder, temas como a onipresença, a certeza da imortalidade e a possibilidade de fazer valer as próprias ideias por considerá-las sempre mais brilhantes que as dos outros deveriam ser mais profundamente discutidos.

A onipresença é desafiada nas organizações principalmente quando, depois da sua fase de startup, elas crescem, florescem e não mais estão sob os olhos do dono. Nesse momento, muitos têm sérios problemas por acreditar que na fase de sucesso seus preceitos básicos, princípios, valores e até sua competência para engendrar os negócios prevalecem, passando, por osmose, para as centenas ou milhares de pessoas que compõem a organização.

Essa "transmissão" não ocorre assim, e não é por acaso que nos últimos tempos tantas empresas têm mudado de mãos. A fórmula que foi geradora de sucesso no nascimento e durante o crescimento do negócio é diferente da que a organização precisa quando se transforma em uma grande empresa. Aqui há o grave desafio à onipresença. Se quem está no topo não percebe que ela é infactível, a organização morre.

Passemos ao segundo grande tema, a imortalidade. Não são poucas as pessoas que mostram ter a convicção de que todos são mortais, menos elas. Mecanismos psíquicos nos levam a negar essa cruel realidade.

Nas organizações, especialmente nas de caráter familiar, esse é um dos motivos para que os processos sucessórios sejam tão difíceis quando os fundadores têm que deixar o comando. Esta necessidade traz um confronto cruel com a realidade cíclica da vida: chegou a sua vez de "passar a bola", o que para alguns significa "morrer". O mais comum é que a confrontação com a finitude só se realize devido a uma doença grave.

Chegamos ao terceiro desafio bastante conhecido, a enormidade do ego, que incita as pessoas a se achar as mais competentes, as mais brilhantes, as mais mais. Acreditam que conseguem tudo, que fazem tudo melhor do que os outros. Esse comportamento é o maior inimigo da formação de equipes e culturas adultas, autônomas e que sejam a base sólida da perenidade.

Existe ainda um quarto ponto, que é transversal aos três citados: a convicção da invisibilidade. Como um casal apaixonado que não se dá conta de que há pessoas a sua volta, muitos dos que ocupam posições de poder têm aquela crença de que as pequenas ou grandes transgressões que praticam não são percebidas. Falta-lhes inteligência? São ingênuos? Nada disso. A convicção da invisibilidade pode obnubilar a visão, embaçar as lentes da realidade.

Fique muito atento a isso, pois pode acontecer com você, no seu universo de poder, na sua família, na sua vida pessoal - por exemplo quando Eros o atinge sem prévio aviso... Esse comportamento não é restrito a certas pessoas, aos que vemos na mídia. Muitas vezes, seja por amor, seja pela ideologia (que não raramente cega), seja pelos símbolos de poder que o cercam, você entra nessa trama e nem percebe.

Atenção, portanto: você não é o poder que seu dinheiro ou cargo carrega, você é simplesmente uma pessoa normal, não onipresente, mortal, que por brilhante que seja não é a melhor em tudo - além de ser perfeitamente visível! Todos veem o que você faz. E vou além: neste mundo digital, não existe mais o off, tudo é on - os sistemas de recompensas, as viagens de férias, as paixões e, as transgressões. Por outro lado, dificilmente você ouvirá de seus subordinados a verdade nua e crua. Afine os ouvidos, leia as entrelinhas, calce as sandálias da humildade!

Sugiro um teste que considero infalível para quem deseja ter uma imagem real de si mesmo: se você tem um filho (ou filha) adolescente, pergunte a ele (a) o que acha, de verdade, de você. Como filhos não têm, ou não deveriam ter, medo da retaliação, de serem "demitidos", mandados para fora de casa, esteja pronto! De alguma forma, você ouvirá que- ainda que seja para ele (a) o melhor pai, ou a melhor mãe, do mundo - não é perfeito, não é imortal, é brilhante em muitas coisas, mas não em tudo. E, mesmo que a resposta não inclua sua absoluta visibilidade, tome consciência de sua realidade, não espere que lhe digam em altos brados que "o rei está nu!"


Betania Tanure é doutora, professora e consultora da BTA






3 de agosto de 2017

A morte, por si só, é uma piada pronta.


A morte, por si só, é uma piada pronta.
Morrer é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. 

Como assim?  E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? 

Não sei de onde tiraram esta ideia:
MORRER!!!

A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.

Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...

De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinquente que gostou do seu tênis.

Qual é?
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.

Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas.

Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.

Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. 
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã.

Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.

Ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo? Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero.
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.

Por isso viva tudo que há para viver.
Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida... 
Perdoe... Sempre!!!

Pedro Bial






24 de julho de 2017

Felicidade

Há quem encontre a felicidade 
tendo filhos. 


Há quem encontre a felicidade 
viajando o mundo.

Há quem encontre a felicidade dormindo até 12 horas sem precisar se preocupar com o almoço.

Há quem encontre a felicidade 
no trabalho.

Há quem encontre a felicidade 
nos estudos.


A sua felicidade não é necessariamente o que vai fazer outras pessoas felizes.


14 de junho de 2017

A felicidade pertence aos que se bastam a si próprios.


Cada um deve ser e proporcionar a si mesmo o melhor e o máximo. Quanto mais for assim e, por conseguinte, mais encontrar em si mesmo as fontes dos seus deleites, tanto mais será feliz. 
Com o maior dos acertos, diz Aristóteles: A felicidade pertence aos que se bastam a si próprios. Pois todas as fontes externas de felicidade e deleite são, segundo a sua natureza, extremamente inseguras, precárias, passageiras e submetidas ao acaso; podem, portanto, estancar com facilidade, mesmo sob as mais favoráveis circunstâncias; isso é inevitável, visto que não podem estar sempre à mão.
Na velhice, então, quase todos se esgotam necessariamente, pois abandonam-nos o amor, o gracejo, o prazer das viagens, o prazer da equitação e a propensão para a sociedade. Até os amigos e parentes nos são levados pela morte. É quando, mais do que nunca, importa saber o que alguém tem em si mesmo. Pois isso se conservará por mais tempo. Mas também em cada idade isso é e permanece a única fonte genuína e duradoura da felicidade. Em qualquer parte do mundo, não há muito a buscar: a miséria e a dor preenchem-no, e aqueles que lhes escaparam são espreitados em todos os cantos pelo tédio. Além do mais, via de regra, impera no mundo a malvadez, e a insensatez fala mais alto. O destino é cruel e os homens são deploráveis. Num mundo com tal índole, aquele que tem muito em si mesmo assemelha-se ao iluminado recanto de Natal, aquecido e aprazível no meio da neve e do gelo da noite de dezembro. Por conseguinte, ter uma individualidade meritória e rica e, em especial, muita inteligência, é sem dúvida a sorte mais feliz sobre a terra, por mais diversa que possa ser da sorte mais brilhante. 
Arthur Schopenhauer


13 de junho de 2017

Assuma 100% de responsabilidade na sua vida


Você tem o hábito de reclamar sobre os outros, sobre algum evento ou sobre sua má sorte quando as coisas não acontecem da maneira que você deseja que elas aconteçam? Se você reclama sobre tudo o que está sob o sol, exceto a respeito de si mesmo, você tem o que chamamos de um comportamento de vítima

Se não assumir 100% de responsabilidade em sua vida, não há maneira de dar a volta por cima na sua vida.

Você tem que entender que um mesmo evento, ao acontecer sobre duas pessoas, terá diferentes resultados, apenas porque elas respondem de maneira diversa ao evento. A pessoa que não observa que ela tem controle sobre sua vida irá imediatamente colocar a culpa em outros fatores. Desnecessário dizer que ela passa mais tempo reclamando do que agindo para melhorar a situação e, por isso, influenciando o resultado do evento.


Por outro lado, a pessoa que entende que precisa apenas mudar sua emoções negativas (infelicidade, frustração, dúvida) para emoções positivas (fé, confiança, calma) para mudar sua perspectiva do evento. Suas emoções positivas deveriam guiá-la para observar sua situação de um modo diferente. Ao invés de reclamar sobre alguém, é desejável que ela foque sua energia em “o que eu posso fazer para melhorar a situação?”. 

Essa mudança emocional é suficiente para mudar pensamentos e agir de modo pró-ativo.


18 de maio de 2017

Girando, girando e girando...

O Mundo dá voltas e isso todos sabem.

O mundo corporativo também gira.

E o mundo político também roda.

E tudo que você fez, cedo ou tarde voltará para você.

Não tem como escapar dessa Lei.


9 de março de 2017

Reze, relaxe, releve.

Reze, relaxe, releve. A princípio, os fatos externos não irão mudar, porém, se você conseguir mudar o seu interior, consequentemente isso influenciará nos próximos fatos externos que acontecerão contigo.